quinta-feira, agosto 05, 2010

Entenda os novos modelos de Xbox 360


Essa história de novos modelos para o mesmo console de videogame não é de hoje. Lá atrás, no começo dos anos 1990, o Nintendinho 8 bits teve uma segunda versão para tentar empurrar o fim de carreira dele. Desde então várias consoles tiveram pelo menos um novo modelo lançado alguns anos depois da versão original, justamente para atrair novos consumidores. Já na nova geração (leia Xbox 360 e Playstation 3) o esquema de vários modelos serviu para tentar adequar os videogames para diferentes públicos, com espaço no HD e acessórios diferentes para cada versão

Na E3 de 2010 a Microsoft anunciou um novo modelo para o Xbox 360. Menor e mais leve que o modelo original, o Xbox 360 Slim (como está sendo comumente chamado) consume menos energia, tem sistema Wi-Fi embutido e já vem preparado para receber o Kinect - futuro acessório para o console que permitirá jogar captando os movimentos do corpo do jogador.

Assim como o modelo antigo, o Xbox 360 Slim também vem em duas versões. A primeira é equivalente à antiga versão “arcade” do console: não possui HD, mas tem uma memória interna de 4 GB (a outra versão arcade vinha com 256 MB interno). Já a segunda versão do Xbox 360 Slim, além de todas as caraterísticas descritas no parágrafo anterior, possui um HD de 250 GB, um espaço muito superior aos 120 GB que vinham no HD da antiga versão Elite do console.

O novo modelo do Xbox 360 já pode ser encontrado em vários site de compra especializados em games. A nova versão Arcade está com o preço médio de R$1.200. Já a versão com 250 GB está custando em volta R$1.500.

Será que deu (opá!) pra entender agora?

quinta-feira, julho 29, 2010

Jogador profissional de Counter Strike morre em acidente de carro

Como nem sempre os games vivem de notícias alegres, é com pesar que divulgo esta.



Segundo o site americano especializado em games 1up.com, o jogador profissional do time “mousesports” de Counter Strike 1.6, Antonio “cyx” Daniloski, morreu nesta quarta-feira (28), vitima de um acidente de carro em Frankfurt, na Alemanha


Em uma carta publicada no site 1up, o time diz que Daniloski tinha perdido um vôo em que toda a equipe iria para se apresentar em um evento na China. Voltando do aeroporto, o pneu do carro dele teria furado o que levou ao acidente e conseqüente morte do jogador.

“Cyx”, como era conhecido no time de CS, tinha 19 anos e já tinha ganhado várias competições com o “mousesports”, inclusive uma esse ano, o IEM European Championship 2010.

Na carta, o time diz está abalado pela súbita perda do amigo e companheiro e que, pela dedicação dele, Cyx era uma dos integrantes mais famosos e importantes do “mousesports”.

Todos da comunidade gamer, e não só a de Counter Strike, está de luto pela morte prematura de Antonio Daniloski, que tinha uma profissão tão desejada pelos amantes de jogos eletrônicos e tão difícil de conseguir, o de jogador profissional.

quinta-feira, julho 15, 2010

Você provavelmente nunca verá essa caixa por aí


Rumores japoneses apontam que os futuros jogos compatíveis com o acessório Kinect do Xbox 360 virão em caixas roxas, e não em caixas esverdeadas como vem nos jogos originais hoje em dia.
Atacadistas nipônicos vazaram imagens na internet mostrando as futuras caixas de cor diferenciada, já que, apesar dos jogos só serem lançados a partir de Novembro, a microsoft já encomendou a fabricação delas com empresas orientais.
Mesmo assim, muitos de nós não chegarão a ver essas caixas (tanto a roxa quanto a verde), já que os cambistas sempre usam as tradicionais “sacolinhas” para venderem seus “jogos alternativos” de Xbox 360  

domingo, julho 11, 2010

Existe cura para os Videogames?



Assim como a maioria dos gamers hardcores adultos, comecei a jogar nos tempos de meninice, mas, desde aquela época, sempre soube separar diversão de obrigação. Por isso, eu sempre jogava durante os dias da semana, diferente dos meus colegas, que só podiam ir pro mundo virtual no sábado e domingo.

Hoje, com os avanços da tecnologia e a popularização dos computadores, os jovens ficam cada vez mais vidrados nos jogos on line, em especial os MMO (Massive Multiplayer Online), e os casos de pessoas que deixaram de comer, dormir, terem vida social, ou seja, deixaram de viver, já começa a serem cada vez mais comuns.


Pensando nisso, foi inaugurada recentemente na Inglaterra a primeira clínica para pessoas viciadas em videogames. E isso é de deixar qualquer um preocupado.

Não que eu esteja apoiando essas pessoas que jogam World of Warcraft sem parar, mas... clínica de reabilitação? Isso é coisa pra quem tem problemas com drogas, não com jogos eletrônicos. Pondo dessa forma, parece que os games são tão prejudiciais para os jovens quanto o álcool, a cocaína e os jogos em 3D do Sonic.

O diretor da tal clínica inglesa disse que o vício em games é um “mal dos tempos modernos”. Mas não é trancafiando os filhos em um lugar como esse que os pais vão conseguir com que eles parem de jogar. Uma boa educação e, talvez, um tratamento psicológico dão conta do recado.

Se quiserem construir clínicas para os males dos tempos modernos, por que não fazer para as músicas grudentas da Lady Gaga? Ou se querem curar viciados, por que não internam essas pessoas que vão a igreja conseguir salvação rezando para um deus morto? Essas sim, seriam clínicas mais benéficas para o mundo.

segunda-feira, julho 05, 2010

Novo Mortal Kombat terá sangue e 3D



Aderindo a onda dos jogos em 3D, o criador da série Mortal Kombat, Ed Boon, disse ao site Eurogamer, que o recém anunciado novo jogo da franquia usará a tecnologia de três dimensões. Como o game foi anunciado para Xbox 360 e PS3, ainda não sebe se o 3D estará presente só no console da Sony, já que a Microsoft não anunciou nada referente a essa tecnologia para o Xbox.

Porém, mais importante que isso, Ed Boon também falou que o novo jogo é um retorno às origens, principalmente no que diz respeito à violência, aspecto que fez a série ficar famosa nos anos 1990 e que estava sendo deixado de lado nas últimas versões.
Com uma jogabilidade 2d, mas aspecto 3D, bem ao estilo de Street Fighter IV, Mortal Kombat (nome ainda provisório) está sendo desenvolvido pelo empresa Netherrelm Studios e será lançado no ano que vem.

sexta-feira, junho 25, 2010

O Futebol da Era 16 Bits




Arthur Antunes Coimbra, o Zico. Um dos grandes jogadores de futebol e um dos maiores ídolos da seleção brasileira. “Espera aí, o que o Zico tem a ver com games?”, você deve estar pensando. Bom, talvez você não saiba, mas o ídolo do flamengo é um dos principais responsáveis por haver games de futebol tão bons hoje em dia. O fato é que foi Zico quem difundiu o nosso amado futebol no Japão, quando ele foi jogar por lá no inicio da década de 1990, transformando o esporte em um dos mais queridos também na terra do sol nascente. Graças a isso (que culminou na criação da liga de futebol japonesa, a J- league) a empresa de jogos japonesa Konami desenvolveu, em 1994, o primeiro game de futebol digno de ser jogado. O melhor da era 16 bits. Estou falando de International Superstar Soccer (ISS). E Nada melhor do que esse tempo de copa do mundo para relembrar esse clássico do futebol eletrônico.



ISS foi lançado em Novembro de 1994 no Japão com o nome de Jikkyou World Soccer: Perfect Eleven, para Super Famicon (SNES). Com gráficos ótimos e jogabilidade satisfatória, o jogo logo foi um sucesso. Isso fez a Konami arriscar o lançamento do jogo na Europa e EUA, o que aconteceu em Junho de 1995, já com o nome de Internacional Superstar Soccer. E Mesmo não sendo um esporte tão popular nos Estados Unidos, o jogo caiu nas graças dos americanos e o game também foi bem recebido por lá.

O que fazia de ISS um jogo tão espetacular era a fidelidade que ele passava de uma partida de futebol real. Desde o grito da torcida, as animações dos jogadores (que ficavam cansados e, quando levavam um gol, apareciam cabisbaixos) até os efeitos dos estádios (Com dias de sol, chuva e até neve!), passando por pequenos detalhes, como os fotógrafos na beira do campo e a escolha do cara-ou-coroa no início de cada partida. Tudo no jogo empolgava qualquer um que gostasse de futebol, mesmo aqueles que sempre eram escolhidos por último nas aulas de educação física, como eu. Apesar de algumas destas características parecerem normais para os dias de hoje, na época, não se viam em nenhum outro jogo do gênero, e olha que a série Fifa já existia. O jogo também trousse grandes inovações, como a narração de lances importantes, o replay dos gols, a possibilidade de fazer substituições e armar esquemas táticos.


Além dos campeonatos e torneios, os modos de jogo que mais se destacavam eram o Penalty Kick e Scenario. O primeiro eram cobranças de pênaltis simples e diretas: um jogador controlava o batedor e outro controlava o goleiro; Já o modo Scenario era a maior novidade. Nele, você deveria vencer um desafio proposto, como por exemplo, ganhar uma partida que seu time está perdendo por dois gols de diferença ou tentar fazer o gol da vitória faltando poucos minutos do fim da partida. Sem dúvida esse era o modo mais divertido, justamente pelo desafio. Perdi a conta de quantas tardes gastei tentando completa-los.

Futebol de Luxo
Para consolidar ainda mais o sucesso da nova franquia, a Konami lançou, apenas alguns meses depois, a continuação Jikkyou World Soccer 2: Fighting Eleven, ou International Superstar Soccer Deluxe no ocidente, para Snes e, posteriormente, para Mega Drive e Playstation. A versão Deluxe era simplesmente o melhor simulador de esportes da época. As animações ficaram consideravelmente mais detalhadas e coloridas (graças ao aumento da memória do cartucho, de 8 para 16MB), até nas substituições eram mostradas os jogadores saindo e entrando em campo, com direito a plaquinha e tudo. Já a inteligência artificial dos jogadores também foi aprimorada e várias melhorias técnicas foram colocadas, como mais possibilidades de esquemas dos times, novas narrações, novos dribles (entre eles a famosa pedalada) e a adição de um modo co-op de dois jogadores contra o computador, Além de novos desafios para o modo Scenario. Nunca foi tão fácil e divertido fazer gols e placares com mais de um digito eram bem comuns.

"Tirô! Quê Lindo!!"
International Superstar Soccer Deluxe fez um sucesso enorme no Brasil, mas poucos jogaram o game com esse nome. Já que ele era mais conhecido por aqui como “Futebol Brasileiro 96” ou “Ronaldinho Soccer”, que nada mais eram do que versões modificadas (Piratas mesmo) do Deluxe. O problema era que International só tinha seleções de países, por isso, o jogo era adaptado, mudando o uniforme e nome das seleções para os principais times brasileiros, como Vasco, Corinthians e Flamengo, alem de outros clubes da Europa e América do Sul. O engraçado era que a “Versão Brasileira” tinha a narração em um portunhol bem descarado, a começar pelo título: “Futebol Brasileiro novienta e seis!”. Outras frases como “Saque do Goleiro” e “Bom pegada!” estão gravadas até hoje na cabeça de quem jogava.


Depois dos dois jogos lançados para 16 bits, a Konami ainda lançou outras versões de International Superstar Soccer para as plataformas mais avanças, com destaque para a ótima versão de Nintendo 64, mas a série já estava com o seu brilho ofuscado devido à série Wining Eleven do Playstation (atualmente PES), que também era da Konami e tinha se originado no ISS. A última versão lançada foi International Superstar Soccer 3, lançado em 2003 para PS2, GameCube, Xbox e PC. O jogo era bem fraco e não fez muito sucesso.



Zico pode ter jogado muito na sua época, mas para nós, gamers, a sua maior contribuição foi feita indiretamente. Influenciando o futebol japonês, ele fez com que muitos boleiros virtuais pudessem fazer seus dribles da vaca, suas bicicletas e gols olímpicos nos gramados de pixels. Olhando para o jogo hoje em dia é impossível não notar falhas, principalmente em seus controles duros e travados. Mas pela importância que ISS tem para os games futebolísticos, não é nada mal dar alguns acréscimos no tempo de prorrogação e experimentar mais uma fez esse clássico. Afinal, Allejo sempre será melhor que qualquer atacante que a seleção já viu.

terça-feira, junho 08, 2010

Cidades Famosas no Mundo dos Games (Parte final)


Finalmente termino essa série mostando as principais cidades no universo dos games. Por último (e também menos importante) está a cidade que todo fanboy da série Final Fantasy sonharia morar e onde um emo esquizofrênico é o heroi.

Midgard


Jogos: Final Fantasy VII, Crisis Core: Final Fantasy VII, Dirge of Cerberus: Final Fantasy VII

Principais Moradores: Presidente Shinra, membros da organização Avalanche e Aerith.

Sendo a capital de Gaia, o mundo onde acontecem os jogos de Final Fantasy VII, Midgard é a cidade mais avançada tecnologicamente daquele planeta e também a cidade mais conhecida dos rpgs.

Midgard foi construída pela empresa Shinra Electric Power e, curiosamente, ela não está em terra firme, mas sim elevada sobre uma imensa plataforma sustentada por oito pilares, que divide a cidade em oito setores. Por causa dessa peculiaridade, Midgard possui dois seguimentos. Uma parte superior é habitada pelas pessoas mais ricas e poderosas do mundo. Possui uma arquitetura fina, alta tecnologia, além de ruas e auto-estradas bem planejadas. Em contraste, a parte inferior é onde está concentrada a população pobre. Os locais estão, em sua maioria, em ruínas e a criminalidade rola solta. Ao todo, Midgard demorou 25 anos para ser construída.

A cidade de Cloud e Aerith é caracterizada também por possuir os reatores Mako, que sugam a Lifestream do planeta e a convertem em energia para toda a metrópole. No total, são oito reatores, cada um localizado em uma seção da cidade. Como consequência, o solo ficou infértil e transformou a região em volta de Midgard em um completo deserto.


Um dos lugares mais importantes de Midgard é o quartel-general da Shinra, localizado no setor zero, bem no centro da metrópole. O enorme edifício de 70 andares concentra a maioria dos laboratórios e escritórios da corporação, sendo que o último andar é onde fica a sala do presidente Shinra. Outro local bem famoso de Midgard é a igreja da personagem Aerith, localizada no setor 5 da parte pobre da cidade. Na época do jogo, a igreja era o único lugar de Midgard - além da casa da própria maga branca - onde flores e plantas conseguiam nascer.



Midgard teve um triste fim quando foi atingida em cheio por um meteoro. A população ainda conseguiu se salvar indo para a parte de baixo da cidade, mas a metrópole localizada acima da plataforma foi completamente destruída. Na área próxima das ruínas, os habitantes que sobreviveram começaram a construir uma nova cidade chamada Edge, que possui um monumento para homenagear as pessoas que morreram na queda do meteoro.


quinta-feira, maio 27, 2010

Cidades Importantes no Mundo dos Games (Parte 4)



Rapture


Jogos: Bioshock 1 e 2
Principais Moradores: Splicers, Big Daddies, Little Sisters e Andrew Ryan.

Escondida no fundo do Oceano Atlântico, a submersa cidade de Rapture foi construída para habitar uma sociedade perfeita. Os prédios com arte estilo decó e luzes de Néon em todos os cantos, fazem de Rapture um retrato das metrópoles das décadas de 1940 e 50.

Rapture foi fundada em 1946 por Andrew Ryan, um megalomaníaco que sonhava em criar uma sociedade capitalista utópica, sem religião ou governo para impedir o seu progresso. Para tanto, o bilionário gastou sua fortuna na construção da cidade e chamou os melhores e mais brilhantes cientistas, artistas e quem mais ele pudesse convencer para morar lá. Ryan descrevia Rapture como “uma cidade onde o artista não temeria o crítico. Onde o cientista não seria amarrado pela moralidade. Onde o grande não seria constrangido pelo pequeno”. Foi com essa filosofia que a cidade subaquática teve um grande crescimento econômico e tecnológico nos seus primeiros anos.

Andrew Ryan isolou Rapture de qualquer influência do mundo exterior. Por isso, a única conexão conhecida com a superfície era através de um farol numa pequena ilha no Atlântico. Já dentro da cidade, as áreas eram conectadas através de túneis de vidro, um sistema de metrô por trilhos e pequenas cápsulas de transporte chamadas de Bathysphere. Energia elétrica, purificação de ar, água e outros recursos eram gerados pelas atividades de um vulcão localizado próximo da cidade. Dos vários locais de Rapture, os que mais se destacam são a Rapture Central Control, onde fica o escritório de Andrew Ryan; Os laboratórios da Fontaine Futuristics, local da criação dos principais produtos tecnológicos e Pauper’s Drops, onde ficava a população pobre.

Aos poucos, Andrew Ryan começou a governar Rapture de forma mais autoritária, perseguindo todos que se opusessem a sua filosofia. Várias revoltas populares começaram a eclodir em vários cantos da cidade, até que, na véspera do ano novo de 1959, uma guerra civil começou em Rapture. O resultado foi a destruição de boa parte da metrópole submersa.

A cidade construída para ser perfeita, hoje está em ruínas. No lugar do glamour, encontram-se ruas e ambientes sombrios. As idéias filosóficas pelas quais Rapture foi erguida deram lugar a insanidades dos habitantes da cidade, que sobreviveram e agora se chamam Splicers. Rapture pode não voltar a ser o que era, mas muitos outros lugares da cidade ainda estão inexplorados e prontos para revelarem mais segredos da metrópole do fundo dos mares.



Na quinta e última parte, falarei de uma cidade que não conhece o termo "desenvolvimento sustentável" e, por isso, pagou um preço caro.

sábado, maio 15, 2010

Cidades Importantes no Mundo dos Games (parte 3)

Liberty City

 
Jogos: GTA, GTA III, GTA: Liberty City Story, GTA IV, GTA Chinatown Wars e GTA: Episodes from Liberty City

Principais moradores: Traficantes, Prostitutas e Políticos Corruptos.


  Liberty City é a principal cidade dos jogos da série GTA e a representação mais fiel de uma metrópole no mundo dos games. Inspirada na cidade de Nova York, ela apresenta muitas características da Big Apple, como grandes prédios, milhares de pessoas e muita criminalidade.


 Assim como uma cidade real, Liberty City foi se expandindo com o passar do tempo, transformando-se à medida que cada jogo da série GTA era lançado. No primeiro game, a cidade nada mais é do que um conjunto de três grandes ilhas que vagamente lembra Nova York. Em GTA III ela já tem uma aparência de metrópole e apresenta algumas semelhanças com a cidade americana. Essa versão era formada por três Ilhas: Portland Island, Staunton Island e Shoreside Vale e cada uma possuía características que remetiam aos distritos nova-iorquinos. Já a versão de Liberty City em GTA IV é a cópia mais fiel de Nova York, com construções e lugares bem semelhantes às encontradas na cidade real.


Levando em conta a versão de GTA IV, Liberty City é quase idêntica à metrópole americana. Formada por três ilhas principais e uma parte no continente, a cidade virtual recria os principais distritos que constituem Nova York. Os bairros do Brooklyn, Queens, Bronx e a ilha de Manhattan são representados em Liberty City respectivamente por Broker, Dukes, Bohan e Algoquin. Já Staten Island foi substituída por um território baseado em New Jersey, que é chamado de Alderney. Há também mais três ilhas menores localizadas em volta das ilhas principais, são elas: Happiness Island, Colony Island e Charge Island.


Outra característica que assemelha a cidade à Big Apple é que ela possui um sistema de transporte de metrô, pontes e auto-estradas que ligam as ilhas. Mas talvez o aspecto que realmente aproxima Liberty City das grandes metrópoles é a criminalidade. Assassinatos, brigas de gangues e roubos de carros (afinal é um jogo GTA). Você vê de tudo na cidade. Até mesmo um sindicato do crime – formado pelas principais famílias mafiosas – você encontra lá.


 Entre os principais locais estão o Middle Park, baseado no Central Park, e a Statue of Happinness, claramente inspirada na Estatua da Liberdade. Outro lugar muito visitado são as boates da cidade, cheias de garotas pixeladas que estão sempre prontas para mostrar o verdadeiro “sonho americano”.  



 Seja para passear entre versões virtuais de lugares famosos ou somente para criar mais confusão na cidade, uma visita em Liberty City é obrigatório para qualquer gamer.
Liberty City é tão famosa que até mesmo o maior ícone dos games, Mario (Conhece?), já visitou a cidade. Olha isso:

domingo, maio 02, 2010

Cidades Importantes no Mundo dos Games (parte 2)

Raccoon City


Jogos: Resident Evil 2, Resident Evil 3: Nemesis, Resident Evil Outbreak File 1 e 2, Resident Evil: Umbrella Chronicles e Darkside Chronicles.

Principais moradores: Zumbis e os integrantes da S.T.A.R.S.

Raccoon City está situada no meio-oeste americano e é cercada por uma floresta aos pés da Montanha Arklay. A cidade ficou famosa por ter sua população infectada pelo T-virus, o que ocasionou a transformação dos habitantes em zumbis.



Raccoon city ainda era uma pacata comunidade rural até meados do século 20. Foi só em 1987, quando Michael Warren assumiu a prefeitura, que a cidade começou a se industrializar. Mas a verdadeira responsável pela modernização de Raccoon foi a empresa farmacêutica Umbrella Corporation. Foi ela quem financiou boa parte das obras públicas da cidade e empregava quase metade da população. Por causa disso, a empresa ficou tão importante e influente que toda a economia da região girava em torno dela. O que ninguém suspeitava é que o ramo farmacêutico era só uma fachada para as reais intenções da Umbrella, que construiu laboratórios secretos em Raccoon para pesquisas em armas biológicas. Em setembro de 1998 um acidente em um desses laboratórios liberou o T-virus pelos esgotos da cidade, causando a mutação da maioria das pessoas em zumbis.

Entre os locais mais conhecidos está o departamento de polícia de Raccoon (RPD). Lá ficava a base da S.T.A.R.S. – um grupo especial da polícia que tinha entre seus membros os principais personagens dos jogos, como Chris Redfield e Jill Valentine. Outro lugar importante é a Mansão Spencer. Casa de um dos donos da Umbrella, a mansão foi secretamente construída nos arredores da cidade e é palco do primeiro jogo da série.

Em primeiro de Outubro de 1998, Raccoon City foi destruída por uma bomba lançada pelo próprio governo americano, na tentativa de conter a epidemia descontrolada que assolava a cidade. Estima-se que, na época, Raccoon City possuía 100 mil habitantes.

domingo, abril 25, 2010

Cidades Importantes no mundo dos Games

Apesar de morar na distante Manaus - bem no meio da amazônia - eu prefiro muito mais ficar na cidade do que ir pro campo ou pra floresta, afinal lá não dá pra jogar videogame.
Depois que terminei Bioshock 2 percebi o quanto as cidades são importantes para os jogos, principalmente para criar uma atmosfera de imersão dento do game. Por isso, fiz um apanhado das mais importantes cidades do mundo dos jogos eletrônicos.
Vamos começar pela cidade da Série Silent Hill.

Silent Hill



 
Jogos: Todos da série Silent Hill, exceto Silent Hill 4: The Room
 Principais moradores: Membros da seita religiosa “A Ordem”, Pyramid Head e enfermeiras pertubadoramente sensuais (!)


A cidade que dá nome à série de survival horror da Konami é envolta em mistérios. A começar pela sua localização, já que ninguém sabe ao certo onde fica Silent Hill. Algumas dicas presente nos jogos dão a entender que ela está localizada no estado americano de Maine, mas essa informação nunca foi confirmada.

De certo mesmo é que Silent Hill fica às margens de um lago chamado Toluca e segundo um livro oficial da série (só lançado no Japão), chamado Lost Memories, a área onde a cidade foi construída era considerada sagrada pelos nativos indígenas. Após a colonização americana, Silent Hill se tornou uma colônia-prisão devido a sua área isolada. Alguns anos depois, transformou-se numa cidade turística, principalmente por causa do Lago Toluca. No entanto, estranhos acontecimentos - como epidemias e o desaparecimento de vários moradores - fizeram com que, no fim, ela se tornasse uma cidade fantasma. Entre os seus principais locais estão o Lakeview Hotel, o hotel turístico mais famoso da cidade, e o já citado Lago Toluca.

A principal característica da cidade de Silent Hill é que ela se apresenta de três formas diferentes, cada uma representando uma realidade: A primeira é a Silent Hill do mundo real, nada mais que uma cidade abandonada. Essa é a forma vista pela maioria das pessoas; A segunda forma é conhecida como “fog world”. Nela, Silent Hill fica coberta por uma densa neblina que só é percebida por quem tem algum tipo de conexão com o lugar; Já a última e mais apavorante forma é chamada de “Otherwolrd” e, normalmente, se manifesta quando uma sirene toca. Nesse estado, a cidade fica com um aspecto perturbador e sombrio, os ambientes ficam apodrecidos e com sangue escorrendo pelas paredes.

Com certeza Silent Hill possui um misterioso poder. Além de ser um lugar de rituais misteriosos, a cidade sempre atrai pessoas com algum tipo de ligação com ela. Além disso, as criaturas da realidade Otherworld parecem ser reflexos dos medos e pensamentos das pessoas. Portanto, é bom ficar o mais longe possível de Silent Hill nas próximas férias.

 
 
No próximo post, falarei de uma outra cidade aterrorizante. Aguardem...

domingo, abril 04, 2010

A História do Universo Fallout (Parte Final)

As Vaults



As Vaults são instalações subterrâneas feitas pela empresa Vault-Tec a pedido do governo dos Estados Unidos, fazendo parte do projeto “Safehouse”. Oficialmente construídas para abrigarem a população em caso de um holocausto nuclear, cada vault suportava uma capacidade de até mil pessoas. No entanto, somente 122 vaults estavam programadas para serem feitas, o que não acomodaria nem um terço da população americana.
 
Posteriormente foi descoberto que a real existência das vaults era a realização de um experimento social feito para estudar segmentos pré-selecionados da sociedade. O objetivo era observar como essas pessoas reagiriam em situações de isolamento e estresse (algo como um Big Brother). O propósito final era preparar as pessoas lá trancadas para recolonizarem a Terra. Quem estava por trás disso tudo era uma organização secreta dentro do governo dos EUA, que mais tarde se tornaria a Enclave.
 
Cada Vault foi programada com objetivos próprios dentro do experimento social, algumas tinham data certa para abrir enquanto outras não. Lá dentro, as pessoas não sabiam que faziam parte disso, a única exceção provavelmente seria o overseer, já que era ele quem controlava a Vault e deveria saber do seu real propósito.
 
A seguir está uma lista das Vaults que aparecem nos três jogos da série principal e que experimento estava sendo feito em cada uma delas.
  
  • Vault de Los Angeles (Fallout 1): Vault feita somente para demonstração, não fazendo parte do experimento social. Durante o Fallout 1 virou a base de operações do Master e sua “Unity”.
  • Vault 13 (Fallout 1 e 2): Permanecer fechada por 200 anos para o estudo dos efeitos de um isolamento prolongado. Abriu bem antes do previsto por causa da quebra do chip de purificação de água.
  • Vault 15 (Fallout 1 e 2): Povoada com pessoas de ideologias e culturas diferentes, tinha o propósito de estudar como essas pessoas se relacionariam. Aberta após 50 anos, os habitantes fundaram a cidade de Shady Sands.
  • Vault 12 (Fallout 1): Com a intenção de estudar os efeitos da radiação em seus habitantes, a porta dessa vault não foi programada para fechar. O resultado foi a criação dos Ghouls, que fundaram em sua superfície a cidade de Necropolis.
  • Vault 8 (Fallout 2): Feita para recolonizar a Terra. Após receber um sinal de confirmação, seus habitantes utilizaram o GECK presente na Vault para criar Vault City.
  • Vault 101 (Fallout 3): Testar o overseer na criação de uma sociedade perfeita dentro da vault, programada para nunca ser aberta.
  • Vault 106 (Fallout 3): Testar os efeitos de uma droga gasosa liberada no sistema de ar da Vault. A droga levou todos os habitantes a um estado de insanidade.
  • Vault 108 (Fallout 3):  Estudar os conflitos sobre poder e liderança, além de conter um laboratório de clonagem. Todos os clones lá criados foram feitos de uma única pessoa chamada Gary.
  • Vault 87 (Fallout 3): Pesquisar sobre o FEV (vírus de evolução forçada) em seus laboratórios e experimenta-lo nos habitantes da Vault.
  • Vault 92 (Fallout 3): Criação de soldados controlados através de ruídos, que continham mensagens subliminares de orientações de combate. A Vault foi povoada pelos melhores músicos e artistas do mundo.
  • Vault 112 (Fallout 3): Os habitantes eram colocados em cápsulas e passavam a viver em uma realidade virtual, simulando um mundo perfeito do qual não poderiam mais sai

quinta-feira, março 25, 2010

Amo Odiar a Nintendo


Até alguns anos atrás eu sempre comia feijão, era cristão e só jogava no super nintendo. Hoje dificilmente como feijão, acho Gésus só um cara legal e odeio a Nintendo. O que aconteceu nesse meio tempo para eu mudar de opinião? As duas primeiras mudanças podem ser mais complicadas de explicar, mas o fato de odiar a Nintendo é simples: Ela fez os videogames voltarem a serem vistos somente como um “brinquedo”.

Antes, devo confessar que eu era um defensor fervoroso da Big N, ao ponto de preferir ganhar um Nintendo 64 a um Playstation no meu aniversário (FAIL). Na época eu era só um pré-adolescente com pouco censo crítico, mas conforme o tempo passou, eu comecei a não gostar mais tanto assim dos consoles da Nintendo e de seus jogos. Além do que, eu sempre ouvia falar de um Resident Evil aqui ou de um Metal Gear Solid acolá e nunca podia jogá-los nos meus - já encostados – Snes e N64. Até que, enfim, encontrei Playstation e a pirataria e ele mudou minha vida (gamer).

Durante esse tempo vi a evolução dos games e de como eles começaram a representar uma cultura tecnológica e que, às vezes, era até chamada de arte. Foi então que a minha ex-amada Nintendo lança o profético Revolution, hoje conhecido como Nintendo Wii, e muda completamente o mundo dos jogos eletrônicos.

Não estou criticando a inovação que o Wii troce para os games, ele foi (e continua sendo) muito importante para a indústria. A minha revolta é contra a política predominante da empresa japonesa de popularização dos games para um publico mais abrangente, mesmo que para isso os jogos tenham qualidades duvidosas. É só assistir a maioria dos comerciais do console que aparecerá uma família feliz jogado um Wii Sports ou Wii Fit ou Wii Fuck da vida. Isso acertou em cheio as pessoas pela inovação e simplicidade, além de criar o famigerado ramo dos “jogos casuais”. Hoje o console é indisútivelmente um sucesso e, por isso, as empresas de games abarrotam o aparelho banco com jogos, na maioria, pifeis. A conseqüência mais grave disso é que as pessoas começaram a ver os videogames de novo somente como brinquedo, assim como era no começo da década de 1990, quando a indústria dos games – adivinhe só – era também dominada pela Nintendo.

Agora responda: quais dos jogos considerados os melhores dos últimos anos eram pra Wii? Acho que nenhum. Dá para contar nos dedos os jogos que não foram feitos pela própria Nintendo e que são bons (e nem todos feitos pela Big N escapam, não é Wii Music?). Talvez por trás da revolução que a empresa iniciou haja, na verdade, uma estratégia extremamente conservadora. Que insiste em não lançar um suporte de alta definição para o seu console ou um serviço online eficiente. Tanto que agora é até normal os grandes jogos multiplataforma serem lançados somente para os rivais Xbox 360 e PS3.



E sabe o que é o pior? Depois de ter escrito isso tudo? É que eu, no fundo, ainda quero jogar os jogos da Nintendo e, principalmente, queria ter um Nintendo Wii, só para jogar Mario Galaxy, os jogos exclusivos do Resident Evil e os novos Zelda e Metroid. Você entende? Eu “Nãointendo”.




segunda-feira, março 22, 2010

Mais um Choque Biológico


Mark Meltzer é um bom pai e ama muito sua filha Cindy. Então, imaginem seu desespero quando ele descobre que ela é uma das várias meninas que estão desaparecendo nas praias de todo o mundo. Na busca pela filha, ele acaba encontrando uma cidade no fundo do oceano atlântico que deveria estar esquecida, uma cidade chamada Rapture. Mark Meltzer não é o personagem principal de Bioshock 2, ele apenas faz parte de uma das várias histórias contadas nessa continuação, mas assim como ele, o novo protagonista também é um Daddy (pai em inglês). Bioshock 2 se passa dez anos depois da primeira aventura e agora você está na pele (ou armadura) de um Big Daddy, mas não um modelo comum e sim o primeiro protótipo construído, com o nome de Subject Delta.

Rapture agora é controlada por uma mulher chamada Sofia Lamb e o seu caminho se cruza com o dela por causa de Eleanor, filha de Lamb e também uma Littre Sister que acompanhava Delta. O problema é que a nova dona de Rapture está usando a própria filha para conseguir objetivos nada agradáveis e cabe a você, como um bom Big Daddy, procurar e proteger sua Sister. A nova trama é boa e consegue te prender até o fim, porém ela não tem o mesmo impacto que a do primeiro jogo. Além disso, a nova antagonista bem que tenta, mas não chega a ser um personagem tão forte e carismático quanto o megalomaníaco Andrew Ryan. Já quem ficou curioso com o que aconteceu nesses dez anos que separam os dois jogos, pode ouvir os vários audio diaries espalhados pela cidade, através deles também é possível conhecer outras histórias paralelas e emocionantes (como a do nosso amigo Mark Maltzer).

Sem dúvida a maior novidade nessa sequência é o fato de controlar um Big Daddy e isso muda bastante a mecânica do jogo. Logo de cara, a primeira mudança é poder usar os poderes do plasmid e as armas ao mesmo tempo. E mesmo que a ideia de um protótipo que é melhor do que os modelos ditos avançados ser meio absurda, ela é bem vinda, já que as novas habilidades deixaram os combates mais dinâmicos. Outra novidade é que agora há uma opção de adotar as Little Sisters, o que significa protegê-las dos inimigos que aparecem do todos os lugares enquanto elas extraem Adam dos corpos de pessoas mortas (um hábito MUITO normal para meninas dessa idade).

Se no primeiro Bioshock os inimigos mais fortes eram os Big Daddies, agora que você é um deles quem poderia te ameaçar? A resposta para essa questão são as Big Sisters. Elas são nada menos que as Littles Sisters do jogo anterior que cresceram e agora usam uma armadura inspirada nos seus “Mister Bubbles”. Elas são mais rápidas e mais fortes que os Big Daddies, além de também usarem plasmids. Portanto, prepare-se, pois não será uma luta fácil.


 
Por mais que Bioshock 2 tenha acrescentado novas características, visto no geral o jogo pouco muda em relação ao primeiro. Os inimigos são praticamente os mesmos do jogo anterior - os Splices - e os poderes dos Plasmids pouco mudaram. O game peca por não inovar tanto quanto seu predecessor, mesmo evoluindo alguns aspectos. Não estou falando que ele é um jogo ruim, longe disso, só que parece que o pessoal da 2K games não quis arriscar muito nessa sequência. Bioshock 2 seria um game perfeito se não fosse uma continuação, mas com certeza você não ficará decepcionado ao jogá-lo. Então, aventure-se mais uma vez por Rapture e quem sabe você pode encontrar Mark Meltzer e sua filha Cindy, com certeza você ficará impressionado com o que vai ver.





sábado, março 20, 2010

Momentos mais impressionantes nos games (com spoilers)

Para muitos (eu incluso) os games são considerados uma forma de arte e por isso, assim como o cinema e a literatura, contém momentos tão impactantes que ficam na memória para sempre. Por causa dos avanços tecnológicos dos últimos anos os games poderam aperfeiçoar ainda mais esses momentos e torná-los ainda mais inesquecíveis. Aqui eu mostro cinco deles e só não coloco mais ou porque eu não lembro (tenho uma memória muito falha) ou porque não achei no youtube.

Atenção porque eles contém spoilers dos referidos jogos 

Call of Duty 4 Modern Warfare
O jogo que revolucionou o gênero FPS (tiro em primeira pessoa). Desde a primeria cena até a última, o jogo pussui os maiores momentos "Uau!" da nova geração. Porém nada - NADA - se compara à cena da detonação da bomba nuclear no qual você se sentir no meio da explosão. Fucking Awesome!


God of War
O primeiro God of War só pode ser resumido por uma palavra: épico. A luta contra o primeiro chefe - A Hydra - já mostra o que esperar do resto do game. Os quick time events apartir de então foram exageradamente usados, mas até hoje não se comparam com esse clássico jogo de PS2 lançado em 2005. Essa primeira luta é o exemplo perfeito disso


Gears of War 2
Além de muita ação, tiros e sangue, a continuação de um dos melhores games para Xbox 360 também trazia, ao seu modo, uma carga sentimental ao mostrar a desesperada procura de Dom - fiel companheiro do protagonista Marcus Fenix - por sua esposa Maria, que foi capturada pelos inimigos Locust. O reincontro dos dois é de cair o queixo (a animação é feita com os gráficos do jogo) e é o momento mais memóravel que tenho da série.


Shadow of the Colossus
Um dos meus pecados "gamísticos" é nunca ter jogado esse game. Mas depois de ver esse vídeo eu pensei seriamente em tirar a poeira do meu PS2 para lutar contra os Colossus (e que foi impedido por uma coisa chamada preguiça). A cena mostra a aparição do primeiro desses Colossus que você deve derrotar. Se aquela lenda biblíca da luta de Davi e Golias tivesse acontecido, ela seria desse jeito.


Bioshock
Por último, mas não menos importante está a cena mais marcante (e foda) do jogo Bioshock. Nela, você descobre que estava sendo controlado metalmente o jogo todo através da frase "Would you kindly" e o antagonista e megalomaníaco Andrew Ryan mostra por que ele é um dos personagens mais impressionantes do mundo dos games. Nunca mais esquecerei a frase "A man choose, a Slave obey!" dita por ele no alto de sua filosofia maluca (e que talvez não é tão maluca assim). Isso certamente forma o carater de uma pessoa



quinta-feira, março 04, 2010

A história do Universo Fallout (parte 5)

A Brotherhood of Steel



A Brotherhood of Steel, ou BoS, é uma organização tecnológica que tem origem no exército americano. Diferente do que se possa imaginar, eles não têm o objetivo de ajudar a população de Wasteland, mas sim de procurar e preservar as tecnologias do passado. Além disso, dificilmente aceitam forasteiros como membros e é formada exclusivamente por humanos.

A história da BoS começa um pouco antes da queda das bombas, com o Capitão Roger Maxson e seu esquadrão abandonando o exército ao descobrir sobre os planos do governo com o FEV. Quando houve o bombardeio nuclear, eles se refugiaram na Base Mariposa e depois se mudaram para uma instalação militar na costa oeste americana chamada Lost Hill, levando junto alguns cientistas e familiares, além de toda tecnologia e armamentos (inclusive as power armors) que podiam. Lá, o capitão Maxson fundou a Brotherhood of Steel e tornou-se seu primeiro líder (High Elder).

A Brotherhood que aparece em Fallout 3 é uma facção da original. Ela é chamada de Capital Wasteland Brotherhood of Steel e teve origem em uma expedição que foi mandada para Washington DC, o objetivo era procurar por tecnologias avançadas na costa leste e investigar atividades de Super Mutants no local. Ao chegar a Capital Wasteland, o líder da expedição, o Paladin Owyn Lyons, torna-se Elder, monta uma base nas ruínas do pentágono chamada Citadel e se desvia dos objetivos originais, decidindo proteger a população da região contra a ameaça dos super mutants. Em resposta, o conselho da Brotherhood na costa oeste corta o apoio e o suporte para a facção, mas ainda os reconhece como parte da BoS. Já alguns membros Capital Wasteland Brotherhood of Steel não concordam com as mudanças e se separaram, eles formam o Brotherhood Outcast e mantém as prioridades de procurar novas tecnologias. Mesmo com pouco contato, a Brotherhood da Capital Wasteland ainda é subordinada ao Conselho da Brotherhood em Lost Hill, mas age como uma facção independente, tendo Elder Lyons como seu líder.

A Brotherhood of Steel é tão importante no universo Fallout que até ganhou dois jogos spin offs chamados Fallout Tactics: Brotherhood of Steel (PC) e Fallout: Brotherhood of Steel (PS2 e Xbox). Os jogos mostram outras facções da organização no meio-oeste americano. No entanto, as histórias não são consideradas oficiais, pois contém eventos que contradizem com os fatos dos jogos principais.

A Brotherhood of Steel não deixa de ser uma organização militar, e como tal, ela é organizada internamente com hierarquias e cargos, sendo os principais:

• Initiates – Recrutas novatos em fase de treinamento. Quando são promovidos, os Initiates escolhem entre serem Scribe ou Knight.

• Scribes – são os cientistas que estudam e analisam as tecnologias encontradas pela Brotherhood, criando e aperfeiçoando as armas que são utilizadas pelos Knights, além de também pesquisarem sobre a história da época antes da guerra.

• Knights – Os Knights são os responsáveis pelas atividades de combate, por isso utilizam as power armor e outras armas tecnológicas para enfrentarem as ameaças de Wasteland.

• Paladins – Os paladins são os melhores soldados da brotherhood escolhidos entre os kinghts após anos de experiência. Os paladins normalmente comandam as missões da Brotherhood na Wasteland e como eles também são considerados Knights, o chefe dos Paladins também é o chefe dos Knights

• Elders – Os Paladins e Scribes mais experientes se tornam Elders, juntos eles formam o Council (conselho) e decidem sobre o futuro da Brotherhood

• High Elder – O Chefe do Council e líder máximo da Brotherhood. Normalmente é ocupado por um descendente de Roger Maxson.

No próximo, e último, post sobro o universo Fallout falarei sobre os mistérios das Vaults





quarta-feira, fevereiro 24, 2010

Dragon Age: Origins


Dragon Age: Origins é o jogo ideal para aqueles que gostam de um bom RPG medieval. Lançado em Novembro de 2009 para Xbox 360, PS3 e PC, o game tem a qualidade do estúdio Bioware e exige muitas horas de dedicação do jogador, mas que é recompensado por uma das melhores experiências no gênero.

Em um reino povoado por guerreiros, magos e dragões, o seu personagem (um elfo, humano ou anão, dependendo da sua escolha) deve enfrentar os darkspawns, criaturas demoníacas que ameaçam o mundo de tempos em tempos. Apesar de parecer simples, a história de Dragon Age é envolvente e lhe prende rapidamente, graças ao rico e complexo mundo em que se passa o jogo, contando com toda uma mitologia própria e criaturas cativantes, ele se aproxima muito de outros mundos fantásticos e fantasiosos como o do Senhor dos Anéis.

O maior destaque de Dragon Age são as múltiplas escolhas que devem ser feitas para progredir no jogo, sendo que elas afetam diretamente o andamento da história e faz com que o game tenha vários finais. Essa é uma marca registrada da Bioware, que mais uma vez se superou criando diversas tramas paralelas bem elaboradas.

Como todo RPG tradicional, Dragon age exige um empenho extra do jogador para evoluir os personagens, comprar melhores armas, armaduras e item especiais, além, é claro, de explorar as cidades e calabouços espalhados pelo jogo. Já os combates são travados em tempo real, o que deixa as batalhas mais dinâmicas, porém também um pouco confusas. Outro problema está em alguns bugs que aparecem vez ou outra durante o jogo

Mesmo se passando em um ambiente medieval, o game aborda temas atuais como a homossexualidade e o uso de drogas, além de ser bastante violento. Esses aspectos podem afastar alguns jogadores, mas não devem ser encarados como um defeito e sim como uma característica que aumentará a experiência do jogo.

Dragon Age é um jogo longo, demora algumas dezenas de horas para ser concluído e os múltiplos finais e diferentes raças e classes que podem ser escolhida para o personagem já são razões suficientes para jogá-lo pelo menos mais de uma vez. A Bioware também já lançou alguns conteúdos extras com novas missões que podem ser baixados através da Xbox Live e Playstation Network. Além disso, em março de 2010 será lançada a primeira expansão do game chamada Awakening e que dará continuidade a história. Tudo isso aumenta ainda mais a “vida útil” do game. Portanto, prepare sua espada para matar alguns dragões e embarcar no fantástico mundo de Dragon Age: Origins.
Nota: 9.0
Melhor: As diferentes possibilidades de terminar o jogo e o mundo envolvente
Pior: Os combates confusos e alguns bugs.

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Activision e suas guitarras (de plástico) quebradas


Na semana passada a Activision anunciou o fechamento de dois de seus estúdios. O primeiro foi a Underground Development, que foi responsável pelo fraquíssimo Guitar Hero Van Halen. Já o segundo estúdio a fechar as portas surpreendeu muita gente, por se tratar da Red Octane, uma das criadoras da franquia Guitar Hero (a outra foi a Harmonix, que hoje desenvolve a série rival Rock Band). Seria isso ainda sinal da crise econômica ou o mercado dos jogos musicais já está saturado?

A Activision justificou o fechamento dos estúdios por causa da diminuição de títulos da sua franquia musical para esse ano. Afinal, só em 2009 a empresa lançou nada menos do que quatro jogos da série Guitar Hero. Contem comigo: GH Metallica, GH Smash Hits, GH 5 e o já citado GH Van Halen, que além de muito criticado pela mídia especializada ainda foi um fracasso nas vendas. Esse exagero de heróis “guitarrísticos” foi visto na época como uma forma descarada de fazer dinheiro em cima da marca e talvez agora as conseqüências comecem a aparecer. Além disso, o título principal, Guitar Hero 5, foi ofuscado pelo fenômeno de Beatles Rock Band. Também não podemos esquecer de toda a polêmica envolvendo o avatar (que não é azul) do falecido roqueiro Kurt Cobain no jogo, o que gerou processo contra a Activision e desaprovação por parte dos fãs.

A crise também afetou, apesar de bem pouco, o mundo dos jogos eletrônicos, mas talvez agora o (antes) promissor mercado de games musicais também esteja começando a ficar banalizado, já que moda no momento são os jogos dedicados a um só artista/banda e o lançamento de títulos “mais do mesmo” com pouca ou nenhuma novidade em relação aos anteriores.

Pelo jeito a Acitivision, que hoje é a maior produtora de jogos do mundo, em 2010 vai ter que abaixar a bola e os seus estúdios que sobraram vão ter que pensar em um jeito mais criativo de fazer os próximos jogos da série Guitar Hero. Quem sabe agora eles finalmente não lançam um Guitar Hero Raul? Fica aí a dica.

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

A História do Universo Fallout (parte 4) + Trailer do novo jogo!

Aproveitando que finalmente saiu o primeiro trailer do novo joga da série fallout, que se chamará Fallout: New Vegas, está aí mais uma parte da história desse universo. Agora com a trama do badalo Fallout 3.

Mas antes aproveite o Teaser Trailer de Fallout: New Vegas.
PS: A música que toca nesse trailer se chama "Blue Moon" e é uma conhecida balada da década de 1930 (fazendo jús a uma das marcas da série de sempre ter em sua trilha músicas dessa época) 





Fallout 3


















200 anos se passaram desde a grande guerra. A muitos quilômetros de distância da vault 13, na costa leste americana, a outrora capital dos Estados Unidos, Washington DC, virou uma devastada terra chamada Capital Wasteland. Nesse lugar está localizada a Vault 101 e um de seus moradores, James, foge misteriosamente, deixando para trás seu filho de 19 anos que ficaria conhecido como Lone Wanderer (viajante solitário).

Confuso e procurando por respostas, o Lone Wanderer também sai da Vault 101. Seguindo os rastros do pai pela capital wasteland e com a jauda de pessoas que, por alguma razão, já conheciam seu pai, LW o encontra e descobre o porquê dele ter saído da vault.

Antes de seu filho nascer, James era cientista de um projeto chamado “Purity” que tinha como objetivo purificar a água da capital Wasteland que estava toda contaminada pela radiação. Com a morte de sua mulher durante o parto, o cientista é obrigado a abandonar o projeto e consegue entrar com o filho ainda bebê na Vault 101. Agora que o Lone Wanderer já era uma pessoa adulta, James viu uma oportunidade de voltar ao antigo projeto.

Sabendo disso, o Lone Wanderer decide ajudar o pai e juntos vão até a cidade de Rivet City - localizada nos destroços de um enorme porta-aviões - buscar os outros cientistas do projeto. Quando todos estavam mais uma vez engajados na purificação da água, um inimigo que todos pensavam estar destruído aparece: a Enclave, que agora é liderada por um presidente chamado Eden. Seu exército invade os laboratórios do “Purity” e James, tentando salvar seu projeto, se sacrifica, morrendo diante do filho.

O Lone Wanderer escapa e vai parar na Citadel, a base da divisão da Brotherhood of Steel da Capital Wastland (que fica onde antes era o pentágono). Nesse lugar, havia sido descoberto um enorme robô chamado Liberty Prime (no período antes da grande guerra ele estava sendo criado pelo governo americano para combater os chineses no Alasca, porém nunca foi usado) e os cientistas da BoS estudavam um jeito de reativá-lo. O Lone Wanderer também fica sabendo que para concluir o Projeto “Purity” era preciso achar um GECK. Assim, o herói repete o feito do Chosen One e consegue encontrar um exemplar do dispositivo na Vault 87. No entanto, ao sair da vault, ele é capturado pela Enclave e descobre que o presidente Eden é na verdade uma inteligência artificial. Eden entrega ao herói o vírus FEV e pede a ele para colocá-lo no Projeto “Purity” e, assim, exterminar toda forma mutante da Capital Wastland. Logo depois, LW consegue escapar da Enclave.

Com o GECK e o vírus FEV em mãos o LW recebe a ajuda da Brotherhood e seu recém ativado robô Liberty Prime, massacrando o exercito Enclave das instalações do Projeto “Purity”. Agora o Lone Wanderer deve escolher entre ativar o dispositivo de purificação da água, e assim completar o trabalho do pai; ou liberar o vírus FEV e acabar com boa parte da população da Capital Wasteland, dando a vitória para a Enclave. Qualquer que seja a escolha, o Lone Wanderer é exposto à radiação e cai desacordado.

Na expansão Broken Steel o Lone Wanderer acorda duas semanas depois, na base da Brotherhood. Agora ele é um membro da Brotherhood of Steel e deve destruir de uma fez por todas a Enclave, ou trair a BoS e aniquilar a Citadel, matando todos os lideres da Brotherhood.

quinta-feira, janeiro 28, 2010

Review GTA: Episodes From Liberty City



Um ano, seis meses e um acordo de exclusividade com a Microsoft depois, a RockStar Games lança GTA: Episodes from Liberty City para Xbox 360. O jogo é um pacote dois em um, contendo as expansões “The Lost and Damned” e “The Balad of Gay Tony” de GTA IV. Mas depois de tanto tempo será que vale a pena visitar novamente Liberty City?
Sim, definitivamente vale a pena. Principalmente porque as histórias das expansões amarram a trama de GTA IV, já que os dois episódios acontecem ao mesmo tempo que as aventuras de Niko Belic e são protagonizados por personagens que fizeram participações no jogo principal. Só que desça vez você verá os acontecimentos pelos olhos deles. No entanto, isso não significa que os jogos são dependentes um dos outros. Na verdade cada um tem suas características e narrativas próprias, o que faz com que tanto “The Lost” quanto “Gay Tony” possam ser jogados de maneiras independentes.

The Lost And Damned
The Lost and Damned conta a história de Johnny Klebitz, membro da gangue de motoqueiros “The Lost”. As pessoas que jogaram GTA IV vão lembrar das participações da gangue e principalmente das missões em que Johnny está ao lado de Niko. O grupo está em guerra com outras gangues de motos e, além disso, Johnny ainda precisa lidar com seu amigo Billy Grey, o explosivo líder dos The Lost.
Como você vai passar a maioria do tempo em cima de uma moto, a expansão traz um melhor controle sobre as duas rodas, além de novos modelos de Chopper (um tipo de motocicleta) e novo arsenal de armas. O destaque do jogo é a maneira como os membros da sua gangue lhe ajudam, já que é possível chamá-los para darem uma “mãozinha” nas missões ou mesmo quando você precisa de armas ou motos extras. Quanto mais missões você fizer com seus companheiros, mais habilidosos eles ficam e mais respeito terão por Johnny. Outro destaque fica por conta da trilha sonora, com novas músicas nas rádios e a participação do brasileiro e ex-vocalista da banda Sepultura Max Cavaleira como DJ da estação LCHC.
As missões principais e secundárias não fogem muito do padrão de GTA IV: perseguições, assassinatos e traições; e infelizmente isso traz a sensação de mais do mesmo para o game. Outra pequena falha no jogo é sua curta duração, o que atrapalha principalmente para apresentar os novos personagens, além do que, a história parece acontecer de forma rápida demais. Por isso essa expansão, apesar de ser divertida, serve mais como um complemento e um aperitivo do que estaria por vir.

The Balad of Gay Tony
Pode-se dizer que “The Balad of Gay Tony” é a cereja no bolo da saga de GTA IV. Ela foi a última expansão lançada e a que traz mais novidades, além de ter a história mais envolvente. Diferente do que possa parecer, em “Gay Tony” o personagem principal não é gay e se chama Luis Lopez, guarda costas e sócio de Tony Prince, mais conhecido como Gay Tony (esse sim é gay), dono das maiores boates de Liberty City. Luis faz pequenas participações na história de Niko, assim como alguns personagens que nessa expansão tem uma importância maior, mas é o suficiente para ligar as tramas. Prova disso é que logo a primeira cena do jogo mostra Luis sendo refém na missão do assalto ao banco que acontece em GTA IV. “Gay Tony” tem uma visão diferente da encontrada no jogo principal e em The Lost, mostrando a agitada vida noturna da cidade.
A maior novidade é que o esquema das missões em “Gay Tony” acontece por meio de objetivos que devem ser completados. Após a missão ser finalizada, é mostrado na tela a porcentagem de conclusão da missão além dos objetivos que precisavam ser feitos para completar 100 % nela. Todas as missões podem ser refeitas após o término do jogo, e essa característica já aumenta o fator replay do game.
As missões paralelas também são um divertimento a parte. Entre as principais está a função de Luis Lopez como segurança nas duas boates de Gay Tony: Maisonette 9 (uma danceteria hetero) e a Hercules (um bar gay), onde é preciso resolver as brigas e confusões comuns nas casas noturnas. Outro destaque é a volta do Base Jump que estava presente em GTA San Andreas. Nesse modo “Gay Tony” o objetivo é pular de pára-quedas nos autos dos prédios ou helicópteros até um determinado ponto no chão, a sensação reproduz fielmente uma queda livre e é extremamente divertido. Para completar, o enredo desse episódio é um dos melhores da série GTA, com personagens que são bastante convincentes e incrivelmente carismáticos. Durante o jogo você vai ficar sabendo, por exemplo, quem raptou Romam, o primo de Niko e qual foi o fim dos famosos diamantes roubados.

I ♥ (love) Liberty City
Se você já completou GTA IV, Episodes From Liberty City é um jogo obrigatório. “The Lost” e “Gay Tony” expandem aquele universo, mostrando que Liberty City é uma cidade viva e que muitas outras histórias estão acontecendo na metrópole virtual. Vendo a trama como um todo, percebe-se que a história dos três jogos já estava pronta desde o início, senão o enredo do episódio principal não teria tantas pontas soltas para serem explorados pelas expansões e tanto Johnny Klebitz quanto Luis Lopez não fariam participações nas aventuras de Niko Belic. Uma pergunta que fica é por que a Rockstar demorou tanto para lançar os episódios adicionais, afinal muita coisa do jogo principal já estava quase esquecido dentro da memória, o que pode confundir e atrapalhar um pouco na hora de jogar as expansões. No final das contas a única resposta certa é que o verdadeiro personagem principal dos jogos é Liberty City, que, como dito nos jogos, é a terra das oportunidades. E agora também é a terra da diversão dos gamers.


Nota: 9.0